Quem sou eu

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Durante muitos anos mergulhei em diversas áreas de conhecimento com o objetivo de produzir livros. Estudei filosofia clássica, filosofia moderna, diversos temas de psicologia, pedagogia, sociologia e diversos conhecimentos relacionados a filosofia e a medicina oriental, a qual podemos incluir o budismo, a prática zen japonesa e as medicinas tibetanas, indianas e chinesa.

Agora me considero pronto. Serão dez livros em dez anos. O primeiro #livro já saiu, em 2015, intitulado "Quando os anjos caminham sem asas"

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

As pessoas choram

Fora da mesma frequência da maioria das pessoas para as festividades de virada de ano, percebi algo que eu mesmo não percebia com a mesma clareza de antes: as pessoas choram. As pessoas choram de emoção porque um ano acabou e o outro chegou! Mas por que isso? Por que tem que chorar? Obviamente movidas por simbolismos, crenças em um significado maior e expectativas que podem ser renovadas. Mas, para mim soa estranho. É apenas um evento, nada muda de uma hora para a outra. Portanto acho a emoção do choro despeoporcional ao evento. Se o menino Bidth estivesse presente, perguntaria: "Pra que chorar? Não bastaria desapegar e deixar para trás?". Choro ainda é uma forma de manter o apego pelo ano, já indesejado, que ficou para trás. Chorar é uma forma de expressar a sua dor, despedindo-se sem desvincular. Se a pessoa estivesse disposta a deixar o ano para trás de verdade, não teria chorado, mas sim desapegado. Choro não combina com desapego. Um feliz 2016 a todos!